Contraceção

Contraceção

Desde o início da década de 1970, com a chegada da pílula as mulheres conseguiram ter controlo no planeamento familiar. Obter a contraceção ainda exige uma consulta com o médico, para garantir que tem a dosagem receitada adequada, para que não aconteçam efeitos secundários nem acidentes. Há três formas de contraceção: contraceção hormonal, contraceção não hormonal e contraceção permanente (esterilização).

A contraceção hormonal utiliza hormonas para parar a ovulação e/ou impedir que um óvulo fertilizado se implante no útero. A contraceção não hormonal inclui uma gama de métodos sem hormonas para prevenir a gravidez, incluindo métodos-barreira como o preservativo, capa cervical ou diafragma, bem como o planeamento familiar natural. A esterilização, quer para homens quer para mulheres, consiste num procedimento cirúrgico que é um método permanente de controlo da natalidade.

Pílula contracetiva A pílula contracetiva contém hormonas femininas que impedem a ovulação e, por conseguinte, a conceção. Toma-se um comprimido todos os dias durante três semanas, seguindo-se uma semana sem comprimidos. Em seguida tem início um novo ciclo de três semanas, seguido de uma semana sem comprimidos. A pílula contracetiva pode tomar-se por tanto tempo quanto o pretendido.
Se for tomada corretamente, a pílula contracetiva é altamente eficaz e as probabilidades de uma gravidez são virtualmente inexistentes.

É importante escolher uma pílula contracetiva que seja a mais adequada para si. Há muitas pílulas contracetivas diferentes, com doses diferentes de hormonas. Pensa-se que algumas pílulas melhorem a pele oleosa ou problemas de pele como o acne, outras devem evitar-se se não pretender ganhar peso.

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